"Não é ciência exata, não acontece em tempo real, é demais, humano demais"
(Humberto Gessinger)
Já Nietzsche, em uma de suas máximas, diria: "Humano, demasiado humano!"
...por muitas vezes, nos faltam palavras quando o assunto é descrever o que é humano, por ser assim, algo tão simples e tão complexo ao mesmo tempo...
...não ter resposta para todas as perguntas; agir de forma errada sem se dar conta do erro; amar verdadeiramente sem esperar a recompensa... Humano, demasiado humano!
... a beleza está nos olhos de quem vê (como espectador)... aceitar que não precisamos de muito para termos muito, é difícil. O processo é longo e demorado, desvios no caminho acontecem... Humano, demasiado humano!
... o fato de vivermos intensamente, nos aproxima cada vez mais de nossa essência, nos tornamos ainda mais humanos... longe de qualquer possibilidade de algo muito maior que isso. Mas e qual o sentido de querer ultrapassar estes limites, se tudo que é simples nos aproxima de nós mesmos em nossa condição mais frágil?
...bah! E como é encantadora a fragilidade humana! Quantas coisas podemos aprender com nossas imperfeições, nossos erros e nossos limites? Algumas situações nos fazem refletir em demasia... a poucos dias tive a oportunidade de observar e ser observado (e quando digo "observar = ver, compreender e admirar") no momento mais singelo e frágil possível de nossa existência.... o sono. A troca de carinhos é recíproca, não há como evitar, sensação indescritível... objeto e observador, fragilidade e responsabilidade...beleza ímpar... Humano, demasiado humano!
Ser Humano e simplesmente ser... cada um escolhe seu caminho, eu escolhi este... vivendo-errando-aprendendo-acertando-aprendendo-errando-vivendo... com naturalidade, sem forçar nada... Humano, demasiado humano!
"...deixei no ar a porta aberta, no final de cada dia..."
(Humberto Gessinger)

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