... andando sozinho pelas ruas, cruzando esquinas, viajando no mais profundo delírio de uma tarde fria de inverno, com o sol batendo no rosto...
...acabo me auto-questionando: quantas vidas se cruzam nessas ruas movimentadas que costumo caminhar? Cada um traz consigo uma história de angústias, de felicidades, de amores, de paranóinas... cada rosto traz uma expressão, que de forma ou outra demonstra seu grau de insatisfação ou de satisfação, de tristeza ou de felicidade... alguns parecem almas penadas andando sem rumo, tentando encontrar o verdadeiro sentido. Não sei exatamente em que lado me encontro... procuro por respostas das mais diversas, vivendo intensamente cada situação! Hoje vejo que os anos vão chegar e que cada passo mostrará um jeito de encontrar o que nunca saberemos ao certo e, a cada dia que passa, me sinto mais próximo do guri que conseguia ver a beleza nos gestos mais sutis, no abraço dos pais, nas brincadeiras mais ilógicas, nos sonhos de ter superpoderes, nos sentimentos de mudar o mundo... a vida segue, os dias parecem "sublimar" diante dos nossos olhos e eu continuo relendo o que não foi escrito... sem saber até quando...
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